segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tirinha: O Grande Trauma de Natal

By Me.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Vida: A Guerra Fria de Todos os Dias II




 
As vezes, quando penso no sentido da vida, me decepciono profundamente a cada tentativa. É como ser forçada a vida inteira a cumprir com suas obrigações e ser pressionada a cada instante por pessoas que querem dizer o que tenho que fazer, quando tenho que fazer e como tenho que fazer.
Dizem que sou grande para ter responsabilidades, mas não permitem que eu faça minhas próprias escolhas. Não querem que seja eu seja mesma. Querem me recriar de forma que renasça em mim algo que eu não sou e não estou disposta a ser. Não quero ser o sonho dos outros. Não quero ser uma versão bem-sucedida dos frustrados. Quero ser uma inédita versão de mim mesma. Quero ter a chance de criar um ser único que seja admirado principalmente por mim. Quero ser eu mesma.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Querer Sem Querer



Não quero insistir em questionar
Os porquês são óbvios e afiados
Me torturo e sangro em pensar
Dói como um corte fresco em minha pele
Incomoda como um espinho em meu coração
A tarde é quente e inescrupulosa
Mais desconfortável impossível
Mas de qualquer forma, não importa
Aqui jaz um corpo cansado
Uma mente confusa e desesperada
E um coração doente, apodrecido


Queria poder acreditar que há jeito
Queria acreditar que ei de encontrar o que busco
E que a busca há de se tornar prosperidade

Devo ir longe para obter minha evasão
Ao mesmo tempo tão aqui e tão parada estou
Que perco a noção do real em questão de segundos

Preciso arrancar pela boca o que sinto
Preciso de palavras para descrever 
Preciso de voz para gritar...

Quero rasgar o silencio que me envolve
Quero ter condições de lutar
Quero ganhar

Queria não ter que querer e nem precisar
Preciso chegar ao absoluto final tão almejado

Para deixar de querer e finalmente ter e viver
Viver da forma que quero, que preciso

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vida: A Guerra Fria de Todos os Dias I

Um tempo sem dar as caras... Desculpem-me, queridos amigos e seguidores. Final de ano não é fácil e a vida tá conturbada, mas juro que não há nada que eu mais queira nesse momento do que voltar a ter a mesma produção de antes. Vou me esforçar pra botar essa bodega funcionando de novo. Vamos reestrear? Bora-bora!










Cheguei um dia a pensar que a vida é boa. Cheguei a pensar que não prestava para nada. Agora, nem sei mais o que  é a vida. Quatro letras que figuradamente sempre foram associadas a  tudo o que existe. Seja bom, ou ruim. Senhoras e senhores, não estou aqui procurando achar o sentido da vida em um ser superior a quem tenho que me submeter. Não procuro uma novo religião que me conforte. Ao menos uma vez na vida quero coisas concretas. Exatamente isso que quero: encontrar-me com o que é real. Não, não a realidade que foi criada pela ambição, pela maudade e pela vontade artificialmente natural que se cria por dentro da maioria dos homens de crescer e chegar ao topo para ver que não precisa de ninguém, mesmo sabendo que na realidade está errado. 



Quero entender qual a felicidade em viver em plena guerra fria. Uma guerra que poucos têm a capacidade de enxergar e menos [pessoas] ainda a capacidade de compreendê-la. A maioria apenas sabe se igualar a cavalos com rédias regidas pelo sistema. Apenas limitam-se a olhar para frente e seguir o caminho único o qual lhes foram imposto. Estas pessoas seguem até o final da estrada, em busca da felicidade, mas quando chegam lá, não podem aproveita-la da mesma forma que poderiam aproveitar antes, na parte mais ensolarada de suas vidas.



Tudo que consigo ver é algo que inexplicavelmente nos foi dado sendo jogado fora por algo que não faz mais sentido.  Algo que nunca fez sentido e vai continuar a fazer menos sentido dia pós dia: esta maldita corrida armamentista em que estamos todos envolvidos, querendo ou não. Há os que correm e há aqueles que apenas são naturalmente empurrados pelos outros, pois não estão com vontade de correr, mas sabem que, se apenas se sentarem ao meio-fio e observarem à cena, serão pisoteados pela própria natureza. Esta natureza sem harmonia, totalmente desequilibrada e cruel.





terça-feira, 9 de agosto de 2011

O Evanescence, Pra mim

Amores, eu sei que não costumo postar esse tipo de coisa aqui. Esta é uma postagem atípica, mas até que se entrega um pouco por motivos que logo ficarão claros.


Não estou postando isso para falar sobre a origem da banda e coisas parecidas, mas sim, o que ela significa para mim. E eu sei, pareço uma doida sendo tão apaixonada por uma gente que nem sabe que eu existo, mas enfim, vou explicar.

Há tempos eu podia ser chamada de eclética. Meus amigos me zoavam quando me viam ouvido sertanejo quando não existia o universitário) e agora olhe só... Mas o ponto não é esse. Quem me conhece, quem me acompanha à muito tempo, ou já leu a pagina que fala sobre mim, sabe a fundo a que me refiro em minhas poesias e tudo mais. Bem, ia eu na minha vida eclética, claro que rock sempre foi um de meus gostos, mas ia eu numa época em que minha vida se tornou um caos.
Não se trata de um caos externo, mas sim conflitos comigo mesma por motivos que não preciso citar outra vez. Eu estava vivendo a minha chamada "Era Fridge", logo no começo de tudo, quando as descobertas começaram. Essa "era" me trouxe problemas que tive de guardar comigo mesma e arrastá-los dentro de mim, trancados por muito tempo. Eu não tinha com quem conversar sobre isso, não tinha quem me apoiasse, logo nunca encontraria a quem me desse as palavras certas para me fazer um pouco melhor.

Onde o Evanescence entra?




Bem, conheci o Evanescence nesta época. Primeiro, fui fisgada pelas canções mais famosas e logo me viciei. Going Under, continha (e ainda contém) uma batida que me envolvia algo que entrava em mim, me feria e depois ia embora com todas as outras dores. Comecei a me interessar pelas traduções e (além de aprender inglês, rs) descobrir que naquelas composições estava a tradução de tudo o que eu sentia e não sabia como expressar. A partir daí, inspirada pelas elegias da deusa Amy Lee, comecei a escrever e escrever e no final das contas eu já sabia como colocar tanta morbidez pra fora de mim (graças ao Evanescence u.u).
Não demorei muito para me apaixonar pela Amy e ir atrás de suas outras composições. Catei tudo o que achei, baixei messssmo!!!! Logo depois comprei o CD, primeiro o The Open Doors, que havia sido lançado na época e depois o Fallen, que demorou um pouco mais por causa da raridade. Busquei a tradução de absolutamente todas as composições que eu ia conhecendo. E fui me envolvendo mais ainda. Já sabendo do significado daquelas palavras, pude sentir a tão famosa sensação que só as musicas do Evanescence causam: a sensação de ser jogada ao fundo do poço e depois elevada à condições em que eu me sentia gente de novo. Me sentia pronta para encarar o mundo outra vez, sabendo que nada do que eu sentia era só meu e que outras pessoas em algum lugar compreendiam aquilo. Parece mais loucura ainda, não é? Eu sei, mas eu ganhei tal inspiração de forma que mudei minha maneira de ser, me fechei para outros estilos musicais, me fechei para as cores e me tranquei em um mundo que era só meu, um mundo em que eu não precisava de ninguém, onde eu comecei a buscar por independência. Acabou que, no meio de tanta escuridão que me envolvia, consegui me encontrar. Pela primeira vez, aquela era eu... me sentia bem, e tinha orgulho do que eu era.

Agora, já embalada até pelas canções mais desconhecidas do Evanescence, adquiri mais interesse pela música e comecei a tocar, cantar e aprender inglês (coisa que antes eu detestava). Continuava escrevendo e surgiu o sonho de montar uma banda. Isso foi tentado, e bem...u.u hmf*  Eu já não me importava mais com a solidão. Eu chegava em casa e ia escutar o Evans no ultimo volume, tentando amenizar tanta carga adquirida de um só dia.


Enfim, faz 6 anos que sou fan da banda e Amy Lee se tornou um motivo pra viver. Eu sou grata a ela por me dar palavras quando eu precisava e por mais que eu saiba hoje em dia que Evanescence não é a melhor banda do mundo em questões técnicas, a banda continua sendo MEU PRIMEIRO E ETERNO GRANDE AMOR!

Quando a banda parou, senti  3 anos de agonia esperando pela volta. E agora, ela voltou! E ontem, ao ver a entrevista na MTV international, pela internet, minha paixão se reavivou. E fiquei louca junto com milhares de brasileiros que assistiam a entrevista quando perguntaram para Amy, onde era o melhor lugar para se fazer show. A resposta estava na ponta da língua: "BRAZIL!"

Nossa foi muito lindo ontem!!!

E hoje já está disponível o single de reestreia da banda "WHAT YOU WANT", que eu amei *-*

Bem vou deixando aí a música, e um grande abraço a todos.

Quero que o Evanescence faça sucesso por onde for e que um dia eu consiga ingresso pra um show --' Boa sorte Evan's, estou contigo nessa caminhada, como sempre esteve ao meu lado na minha!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Deste-me a Rosa





Ainda que eu tudo entendesse
Nunca poderia entender à ti
Nunca entenderei o enigma de teus olhos
Mesmo que eu desvende o mundo

Não posso entender o que és
Quando tento descobrir quem és
Ou o que pensavas,
Quando resolveras atirar-me à tentação

Tentei te dar as costas para seguir meu caminho
Pois sabia que teu amor já inebriava à outro coração
Sabia que teu corpo já pernoitava envolto de outro braços
Sabia que alguém já cuidava do mais lindo tesouro que encontrei

Surpreenderas-me com tua malícia, com teu encanto
E mesmo já tendo à quem te desse tudo o que não posso te dar
Seduziras-me enquanto sabias exatamente o que fazias

Meu coração de anjo não pôde aguentar, foi invadido
Entrei num jogo do qual não posso sair, não consigo

Fiz de tuas palavras um reino onde me refugio em meio a tanta tristeza
Acreditei tanto que esse mundo fosse real,
Que a dor do despertar é quase insuportável
Como sonhar? Como voltar a crer?
Depois que o encanto é esmagado pelo mundo real

Não consigo entender...
Queria entender...
Me destes a rosa
E me feri com os espinhos

Foi um erro me deixar levar
Foi um erro me prender à ti
O quanto eu fui tola, não se pode medir

Meu reino em ruínas se resconstroi diante do tempo
E nele, tu estás lá esperando por mim
Porque ainda que eu esteja só
Sei que tu não me deixarias
Não desse jeito e espero crer na verdade

Ainda que tomes a rosa de minhas mãos
Sei, que não deixarás os espinhos cravados nelas
Sei que não deixarás meu sangue manchar o chão
E nem minhas lágrimas fazerem arder minhas feridas

Ainda que tomes a rosa de minhas mãos
Deixarás uma pétala que não nos permitirá esquecer
O que fomos um dia, pelas palavras que dissemos
E assim, entre nós, haverá sempre essa coisa que posso sentir
Essa coisa especial que vai além do amor
Nos unirá para além da eternidade
Ainda que tomes a rosa de minhas mãos

sábado, 23 de julho de 2011

Tocando Love Of My Life - Queen

Oi gente, tudo bem com vocês? Hoje apareci para postar esse video aqui. Ele já está algum tempo no youtube, mas quero compartilhar com vocês e pedir suas opiniões sinceras!

Então, aí estou eu tocando Love Of My life do Queen. Não é grande coisa, queria poder me dedicar mais, porém não tenho muito tempo. Aos poucos vou postando os outros videos meus.




quarta-feira, 20 de julho de 2011

Feliz Dia do Amigo

Essa postagem é para renovar o grande afeto que tenho por todos meus amigos blogueiros

FELIZ DIA DO AMIGO!



Grande Abraço!

BeatrizDRL (Fallen Angel)